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Analise preditiva: "Eu sei o que você fara no próximo verão"

Uma forma ágil de prover informações rápidas, apresentando fatos reais para ajudar a tomada de decisões.

​​​Sabemos que hoje em dia uma das coisas que mais nos falta é o tempo. Não digo o tempo para fazer as coisas afinal, como diz o ditado, se você não tem tempo para fazer algo, é porque esse "algo" não faz parte de suas prioridades.

O tempo que falta é o tempo para decidir. Ninguém acha razoável que você analise um caso por trinta dias para dar sua opinião, ou dez dias para tomar uma decisão.  Mas nenhum de nós, pessoas bem-intencionadas, deseja tomar uma decisão errada, n​ão é mesmo?

Antigamente, muitas decisões de negócio foram tomadas baseadas em "feeling", na "experiência" ou no "tino" de gestores mas convenhamos, nunca saberemos se as coisas teriam sido melhores com outras decisões. A decisão não baseada em fatos é sempre de "tirar o sono".

Então o que fizemos com a "Inteligência de negócio"? Propiciamos uma forma ágil de prover informações rápidas, apresentando fatos reais para ajudar a tomada de decisões.

E a "análise preditiva", poderá então predizer nossos resultados, certo? 


Bom, entraríamos aqui numa discussão filosófica se disséssemos que seria possível prever o futuro. Infelizmente (ou felizmente) não é o caso. Então do que se trata afinal? Se a análise não pode prever o futuro, porque se chamaria "preditiva"?

Pensemos de uma outra forma.

E se eu soubesse, antecipadamente, como um cliente novo gostaria de ser abordado por minha organização para fechar um novo negócio. Se, dentro de uma lista de já clientes, soubesse para quais deveria fazer uma oferta e quais não deveria incomodar para um novo produto, maximizando as vendas?


Mas se estou "prevendo" uma ação, de que adiantou todo o esforço de inteligência de negócios para compilar o passado?


Toda a análise preditiva está baseada em um conjunto de dados, de experiências que ocorreram no passado. Com base neste conjunto de dados, procuramos tentar entender (com modelos matemáticos) como as coisas se comportaram, com isso poderemos dizer, diante de uma situação nova, como as coisas poderiam se desenrolar novamente (utilizando um "score").

Ao ver tudo isso, me par​ece melhor se a chamássemos de "Análise de antecipação", pois com seus resultados podemos não antecipar o tempo, mas antecipar como devemos agir para otimizar os efeitos desejados.

Assim, a "analise preditiva" não deve ser considerada uma ferramenta que irá apenas melhorar os resultados. Ela será um guia para direcionar melhor as decisões e otimizar os esforços para atingirmos nossos objetivos.

Digo aqui "esforços" e "objetivos" pois a análise preditiva pode analisar dados de qualquer natureza, seja de compra, de comportamento ou de tratamentos de saúde. Como resultado, poderemos saber onde investir, como gastar melhor nossa verba de marketing ou como tratar um novo paciente, ofertando a ele o tratamento que vai dar mais resultados.

Enfim, menos esforços e mais resultados. Quem não gostaria de ter um conselheiro como esse?


Luiz Vianna - CEO da Mult-Connect



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